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Com o intuito de celebrar os 100 anos de montanhismo no Brasil será realizado um grande evento no Rio de Janeiro, de 23/04 a 01/05. Além da comemoração, o objetivo é incentivar e organizar a prática no país com a ética de preservação da montanha e a proteção do meio ambiente.

Durante a semana haverá workshop de segurança, curso de acesso e conservação, exposição sobre a história do montanhismo brasileiro, campeonato de escalada esportiva e muito mais!

http://www. semanademontanhismo.com.br/

Assessoria de Comunicação Guepardo
Thais Turossi
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01

 

Pesquisa da organização não governamental (ONG) SOS Mata Atlântica mostra que as fontes de água no país estão cada vez mais poluídas e que, diante disso, a saúde da população corre risco. Ao analisar amostras de 43 corpos d’água, em 12 estados e no Distrito Federal, a ONG verificou que nenhuma amostra foi considerada boa ou ótima.

 

As análises foram feitas ao longo de 2010. Com base em parâmetros definidos pelo Ministério do Meio Ambiente, o estudo revela que em 70% das coletas feitas em rios, córregos, lagos e outros corpos hídricos, a qualidade da água foi considerada regular. Em 25%, a qualidade era ruim e em 5%, péssima.

 

Em visitas a pontos de educação ambiental da ONG, foi avaliada a qualidade da água para consumo e concluiu-se que as águas precisam de tratamento para qualquer uso, seja para o consumo ou para indústria. Nos locais visitados, também foi constado que o principal agente de poluição é o esgoto doméstico.

 

Indicadores da falta de saneamento básico, como a presença coliformes, larvas e vermes, lixo e baixa quantidade de oxigênio na água, além de dez propriedades físico-químicas foram testadas pela ONG. Das 43 coletas analisadas, o pior resultado foi a do Rio Verruga, em Vitória da Conquista (BA), e a do Lago da Quinta da Boa Vista, no Rio.

 

Em condição um pouco melhor, mas ainda considerada regular e, consequentemente imprópria para consumo, estavam as amostras coletadas no Rio Doce, no município de Linhares (ES), e na Lagoa de Maracajá, em Lagoa dos Gatos (PE).

 

"A poluição está muito mais vinculada à emissão de efluentes domésticos que industriais, ultimamente", disse o geógrafo do projeto, Vinicius Madazio. "É um problema porque 60% dos brasileiros vivem na [região de] Mata Atlântica", completou, reivindicando que as políticas públicas de saneamento básico sejam prioridade do governo e da sociedade.

 

A qualidade da água é um das preocupações da Organização das Nações Unidas (ONU), que declarou o período entre 2005 e 2015 a década internacional Água para Vida. Em 2006, a instituição estimou que 1,6 milhão de pessoas, principalmente crianças menores de cinco anos, morram anualmente por causa de doenças transmitidas pela água.

 

Procurados, o Ministério do Meio Ambiente e a Agência Nacional de Águas (ANA) não comentaram a pesquisa.

 

Texto: Isabela Vieira – Agência Brasil
Fonte: National Geographic Brasil

 

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30

11
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A partir de maio do próximo ano, 50 ônibus movidos a etanol aditivado irão circular pela capital paulista. De acordo com a prefeitura, o objetivo é reduzir progressivamente o uso de combustíveis fósseis que são mais poluidores. A meta é que até 2018 todos os ônibus de transporte público do município sejam movidos exclusivamente por combustíveis renováveis.
 
 
O compromisso foi assinado nesta quinta-feira (25) pelo prefeito da cidade, Gilberto Kassab, com a empresa Scania Latin American que fabricará os veículos similares aos movidos a diesel ao custo de R$ 350 mil cada um, totalizando um investimento de R$ 17,5 milhões.
 
 
"O mais importante é a melhoria da qualidade de ar e o combate à poluição da cidade de São Paulo. Nossa ideia é que tenhamos uma frota com combustível alternativo não apenas com etanol, mas também com energia elétrica e outras fontes de energia limpa", disse o prefeito.
 
 
Segundo Marcelo Cardinale Branco, secretário municipal de Transportes, os 50 veículos vão circular inicialmente em corredores da cidade. "Os corredores têm um maior volume de circulação. Temos o interesse de que eles percorram o maior número de quilômetros possível. Ainda não definimos exatamente em que pontos, mas a ótica será essa: de colocá-los aonde eles possam ter uma circulação maior para que a eficiência do etanol seja constatada".
 
 
Desde dezembro de 2009, a prefeitura faz testes com ônibus movido a etanol. Segundo o secretário municipal de Transportes, o veículo rodou aproximadamente 25 mil quilômetros nas ruas de São Paulo, transportou 85 mil passageiros e não apresentou falhas, além de ter reduzido em mais de 80% as emissões de gases de efeito estufa.
 
 
A prefeitura se comprometeu, em 2009, a diminuir em pelo menos 10% ao ano o uso de combustíveis fósseis na cidade.

 

Texto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil
Fonte: National Geographic Brasil

 

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Introdução

A água é um bem precioso e cada vez mais tema de debates no mundo todo. O uso irracional e a poluição de fontes importantes (rios e lagos), podem ocasionar a falta de água doce muito em breve, caso nenhuma providência seja tomada.

 

Falta de água

Este milênio que está começando, apresenta o grande desafio de evitar a falta de água. Um estudo recente da revista Science (julho de 2000) mostrou que aproximadamente 2 bilhões de habitantes enfrentam a falta de água no mundo. Em breve poderá faltar água para irrigação em diversos países, principalmente nos mais pobres. Os continentes mais atingidos pela falta de água são: África, Ásia Central e o Oriente Médio. Entre os anos de 1990 e 1995, a necessidade por água doce aumentou cerca de duas vezes mais que a população mundial. Isso ocorreu provocado pelo alto consumo de água em atividades industriais e zonas agrícolas. Infelizmente, apenas 2,5% da água do planeta Terra são de água doce, sendo que apenas 0,08% está em regiões acessíveis ao ser humano.

 

Causas da poluição das águas do planeta

As principais causas de deteriorização dos rios, lagos e dos oceanos são: poluição e contaminação por poluentes e esgotos. O ser humano tem causado todo este prejuízo à natureza, através dos lixos, esgotos, dejetos químicos industriais e mineração sem controle.

Em função destes problemas, os governos preocupados, tem incentivado a exploração de aqüíferos (grandes reservas de água doce subterrâneas). Na América do Sul, temos o Aqüífero Guarani, um dos maiores do mundo e ainda pouco utilizado.Grande parte das águas deste aqüífero situa-se em subsolo brasileiro.

 

Problemas gerados pela poluição das águas

Estudos da Comissão Mundial de Água e de outros organismos internacionais demonstram que cerca de 3 bilhões de habitantes em nosso planeta estão vivendo sem o mínimo necessário de condições sanitárias.Um milhão não tem acesso à água potável. Em virtude desses graves problemas, espalham-se diversas doenças como diarréia, esquistossomose, hepatite e febre tifóide, que matam mais de 5 milhões de seres humanos por ano, sendo que um número maior de doentes sobrecarregam os precários sistemas de saúde destes países.

 

Soluções

Com o objetivo de buscar soluções para os problemas dos recursos hídricos da Terra, foi realizado no Japão, em março de 2003, o III Fórum Mundial de Água. Políticos, estudiosos e autoridades do mundo todo aprovaram medidas e mecanismos de preservação dos recursos hídricos. Estes documentos reafirmam que a água doce é extremamente importante para a vida e saúde das pessoas e defende que, para que ela não falte no século XXI, alguns desafios devem ser urgentemente superados: o atendimento das necessidades básicas da população, a garantia do abastecimento de alimentos, a proteção dos ecossistemas e mananciais, a administração de riscos, a valorização da água, a divisão dos recursos hídricos e a eficiente administração dos recursos hídricos.

Embora muitas soluções sejam buscadas em esferas governamentais e em congressos mundiais, no cotidiano todos podem colaborar para que a água doce não falte. A economia e o uso racional da água deve estar presente nas atitudes diárias de cada cidadão. A pessoa consciente deve economizar, pois o desperdício de água doce pode trazer drásticas conseqüências num futuro pouco distante.

 

Dicas de economia de água: Feche bem as torneiras, regule a descarga do banheiro, tome banhos curtos, não gaste água lavando carro ou calçadas, reutilize a água para diversas atividades, não jogue lixo em rios e lagos, respeite as regiões de mananciais.

 

Fonte: Sua Pesquisa/ Blog Recanto Pesca e Camping

 

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O Ministério do Meio Ambiente decretou estado de emergência ambiental em 14 estados e no Distrito Federal (DF) por causa do grande número de focos de queimadas. Estão na lista os estados do Amapá, Amazonas, Ceará, Maranhão, de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Roraima, do Pará, Piauí, Tocantins, da Bahia e de Goiás e Minas Gerais.

 

Com o decreto, se for preciso, os estados podem contratar brigadistas para combater o fogo sem necessidade de licitação. A portaria com a lista foi publicada na última segunda-feira (6) no Diário Oficial da União. De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, os 14 estados estão sob emergência ambiental desde abril. A portaria de ontem inclui o Distrito Federal na lista.

 

Levantamento do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), mostra a existência de 1.178 focos de incêndio no país na última quarta-feira (7), conforme dados do satélite de referência. Do total, o maior número foi registrado em Goiás, 392. Em seguida aparecem Tocantins (288 focos), Bahia (239), Minas Gerais (203), Distrito Federal (31), Mato Grosso (17) e São Paulo (8).

 

Texto: Carolina Pimentel – Agência Brasil

Fonte: National Geographic Brasil

 

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08

A Amazônia perdeu pelo menos 49 mil quilômetros quadrados (km2) de áreas protegidas por causa da extinção e redução de unidades de conservação (UCs) e terras indígenas entre 2008 e 2009. A área equivale aos estados de Alagoas e Sergipe juntos. Os números são de levantamento da organização não governamental (ONG) do Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), divulgado na última segunda-feira (23).

 

Entre novembro de 2008 e novembro de 2009, a ONG identificou e avaliou 37 tentativas formais de alteração de 48 áreas protegidas na Amazônia. Entre as medidas, estavam projetos legislativos sugerindo redução ou extinção das reservas, ações judiciais, decretos, portarias e propostas de zoneamento econômico-ecológico.

 

Até julho de 2010, segundo o Imazon, 93% das iniciativas que foram concluídas resultaram na perda de 49.506 km² de áreas protegidas. Na grande maioria dos casos, a supressão se deu em áreas estaduais. O relatório do Imazon cita, por exemplo, a redução de UCs para implantação de projetos de infraestrutura – estradas e pequenas centrais hidrelétricas – em Rondônia e Mato Grosso.

 

A redução de unidades de conservação de responsabilidade federal também entrou na conta. Um dos casos é a Floresta Nacional de Roraima, reduzida por decreto legislativo. O outro é o da Floresta Nacional do Bom Futuro, em Rondônia, próxima às usinas do Rio Madeira. Após um impasse para liberação de uma licença estadual para a obra da Usina de Jirau, um acordo entre o Ministério do Meio Ambiente e o governo do estado resultou na cessão de parte da Floresta Nacional (Flona) para a regularização de um assentamento.

 

Além dos quase 50 mil km² que perderam status de áreas protegidas, mais 86,5 mil km² correm o mesmo risco, segundo o Imazon. As áreas são alvos de 13 projetos legislativos e ações judiciais ainda em tramitação.

 

Os pesquisadores sugerem o fortalecimento da fiscalização, a consolidação das áreas protegidas e mais rigor na análise das propostas de alteração de UCs como medidas para evitar novas supressões ou reduções de reservas.

 

Texto: Luana Lourenço/Agência Brasil
Fonte: National Geographic

 

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08

Brasil e Estados Unidos assinaram na última quinta-feira (12) acordo na área de meio ambiente para conversão da dívida brasileira com a Agência Internacional de Cooperação dos Estados Unidos (Usaid – sigla em inglês) em investimentos na preservação e conservação de florestas tropicais. O acordo prevê que serão destinados US$ 21 milhões para projetos nas áreas de conservação, manejo e monitoramento. O acordo só foi possível porque os Estados Unidos aprovaram em 1998 uma lei que permite a troca de dívida por investimentos no meio ambiente.

 

A ministra-conselheira da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, Lisa Kubiske, disse que o acordo é o primeiro firmado com o Brasil para conversão de dívida em investimentos. "Queremos mostrar um tipo de cooperação bilateral que é bastante concreta porque teremos projetos a serem desenvolvidos", explicou.

 

Lisa disse ainda que os Estados Unidos têm acordos semelhantes com outros 15 países que totalizam US$ 239 milhões. A dívida brasileira com a Usaid deveria ser paga até 2015 e foi contraída antes da década de 1960.

 

A ministra do Meio Ambiente, Isabela Teixeira, disse que o primeiro edital para projetos relativos ao acordo deve sair até o fim do ano. "A expectativa é investir em biodiversidade, conservação, áreas protegidas, manejo, populações tradicionais por meio de projetos de desenvolvimento local, em monitoramento e vigilância", informou.

 

Segundo a ministra, os recursos deverão ser destinados à preservação e conservação da Mata Atlântica, do Cerrado e da Caatinga.

 

Texto: Roberta Lopes – Agência Brasil
Fonte: National Geographic Brasil

 

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07

As mudanças climáticas entre os países em desenvolvimento são o tema da 4ª Reunião de Ministros do Meio Ambiente dos Países do Basic (grupo formado pelo Brasil e pela África do Sul, Índia e China), que está sendo realizada no Solar da Imperatriz, no Jardim Botânico. A programação teve início sexta-feira (23) com um encontro de especialistas para discutir formas de conter o aquecimento global.

 

Segundo a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, a reunião do Rio é um desdobramento do Basic realizado na Cidade do Cabo, na África do Sul, no início do ano.

 

Por sugestão da Índia, o principal tema da Basic é a equidade e a divisão do espaço de carbono. No encontro, estão sendo discutidos critérios para estabelecer quanto cada país poderá emitir de gases de efeito estufa. O Brasil reconhece que 2°C é o máximo que pode haver de aumento da temperatura média do planeta em relação ao período pré-industrial.

 

De acordo com o ministro interino das Relações Exteriores do Brasil, Antônio Patriota, o evento representa uma possibilidade "oxigenar as deliberações para a questão da equidade e será útil para futuras deliberações".

 

Nesta segunda-feira (26), às 11h30, serão apresentados os resultados da reunião. Além de Izabella Teixeira e Antônio Patriota, participam do encontro os ministros Buyelwa Sonjica, da África do Sul, Jairam Ranesh, da Índia, e Zhen Hua, da China.

 

Texto: Douglas Correa – Agência Brasil
Fonte: National Geographic Brasil

 

 

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07

Um estudo que será publicado no jornal Marine Enviromental Research, em agosto, mostra que o lixo produzido pela humanidade chegou a áreas extremas do oceano antártico. Os navios RRS James Clark Ross, da British Antartic Survey, e o MV Speranza, do Greenpeace, percorreram oeste e leste, respectivamente, da costa antártica e relataram que o material mais preocupante é o plástico, encontrado em alta quantidade.

 

Segundo a pesquisa, os objetos mais vistos no oceano foram lixos produzidos por pescadores – mesmo sem a constante presença humana na região – e caixas plásticas. O curioso é que as sacolas plásticas, sempre preocupantes à natureza, não foram encontradas em quantidades consideráveis por lá.

 

Dos 69 itens recolhidos pelo MV Speranza, 43% (aproximadamente 30 deles) eram plásticos e, dos 59 encontrados pelo RRS James Clark Ross, 41% (aproximadamente 24) eram feitos do mesmo material.

 

Em uma das passagens da pesquisa, o texto cita que o fato do plástico estar flutuando em águas tão remotas é uma forte evidência da influência humana na superfície do planeta. Os animais marinhos como peixes, focas e leões marinhos são os que mais sofrem com essa influência, podendo engolir ou se enroscar com o plástico e morrer.

 

Texto: Olavo Guerra
Fonte: National Geographic Brasil

 

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06

As regiões metropolitanas brasileiras terão problemas relacionados ao clima nos próximos 20 anos, caso o atual modelo de desenvolvimento seja mantido.

 

Segundo a pesquisadora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Andrea Young, a cidade de São Paulo já apresenta diversas complicações devido ao modo de ocupação do solo e a poluição, o que vem sendo seguido por outras grandes cidades.

 

"Pode ser que nem cresçam até o tamanho de São Paulo. Mas a forma de ocupar o espaço é a mesma, é sempre essa ideia de ocupar a área o máximo possível, sem considerar nenhum critério ecológico, com uma visão predatória", avaliou.

 

Young é uma das autoras do relatório Vulnerabilidades das Megacidades Brasileiras às Mudanças Climáticas: Região Metropolitana de São Paulo, elaborado por pesquisadores da Unicamp e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

 

De acordo com o estudo, a capital paulista enfrenta atualmente uma série de problemas relacionados diretamente à poluição e às mudanças no clima da metrópole causadas pelo crescimento desordenado.

 

A apropriação dos cursos de água pelo sistema viário é um dos principais exemplos de como a expansão da cidade está expondo a população a desastres relacionados ao clima. Segundo a pesquisadora, a bacia hidrográfica foi sufocada pelo sistema viário e pelas construções urbanas.

 

"Então, com o acúmulo de sedimentos, dos gases poluentes fluindo ao longo do rio, por conta do sistema viário, das marginais, ela acabou se transformando em uma bacia de poluição, tanto dentro do rio, quanto no ambiente".

 

Para a pesquisadora, esse tipo de transformação destrói mananciais que poderiam ser utilizados para o abastecimento da população, aumenta o risco de enchentes e modifica o clima da região.

 

As mudanças climáticas locais corroboram, segundo Young, juntamente com as alterações no clima global, para a ocorrência de grandes tempestades, causadoras de inundações e deslizamentos.

 

Por isso, a especialista alerta para a necessidade de se repensar os modelos de desenvolvimento, pois, determinadas alterações no meio ambiente são difíceis de serem revertidas posteriormente."Principalmente em relação à água", destaca.

 

Entre os possíveis caminhos para um crescimento mais sustentável de São Paulo e de outras  metrópoles, Young cita a proteção dos mananciais e das margens de rios, com a criação de parques, a remoção das ocupações de áreas de fragilidade ambiental e de risco e a elaboração de um plano estratégico de macrodrenagem para região.

 

"Não que o plano não exista, mas tem que haver uma revisão com os órgãos públicos envolvidos".


Texto: Daniel Mello/Agência Brasil

Fonte: National Geographic


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