Blog | Guepardo Aventura ao Extremo

Blog

Voltar
Home > Blog

01

12

Segundo um estudo, realizado pela Sociedade para a Conservação da Vida Selvagem (WCS), os tigres siberianos, os maiores do mundo, podem desaparecer. A pesquisa mostra que a população restante da espécie diminuiu consideravelmente nos últimos quatro anos. Em 2005, cerca de 500 indivíduos habitavam as 16 áreas monitoradas por uma programa. Hoje, apenas 56 animais estão confirmados nesses mesmos lugares.

 

O principal motivo para esse grande declive foi a caça ilegal, para comercialização da pele dos tigres e a perda de seu habitat natural para o homem, principalmente nas regiões localizadas à leste da Rússia e na fronteira norte da China.

 

O Programa de Monitoramento de Tigres Siberianos é feito todos os anos, durante o inverno. A partir das pegadas dos bichos na neve, o programa dá um número estimado de animais que habitam cada uma das 16 regiões monitoradas. Segundo os cientistas, a profundidade da neve pode ter feito os felinos diminuírem suas viagens, dificultando sua detecção.

 

O tigre siberiano é a maior espécie de tigre da Terra, podendo pesar mais de 300 quilogramas. Possui uma pelagem mais clara e mais grossa, pois habita regiões mais frias como a Rússia e a China.


Texto: National Geographic


AVENTURE-SE!

Por:
Assessoria de Comunicação Guepardo
Fernanda Wieser – Estagiária de Relações Públicas
Fale Conosco: 0800.646.5687

 

1 Comente

13

11

Os coalas, animais típicos da Austrália, podem estar com os dias contados. Especialistas alertam que eles podem estar extintos em 30 anos, a menos que seja tomada uma atitude urgente para conter o declínio dessa população.

 

Entre os culpados estão as alterações climáticas e os incêndios florestais. Segundo os estudiosos, o clima mais quente e seco – resultado do aquecimento global – tem contribuído para a redução dos alimentos básicos desses animais, as folhas de eucalipto, levando à desnutrição.

 

Uma pesquisa recente da fundação australiana de proteção aos coalas constatou que o número de animais caiu mais do que a metade nos últimos seis anos – de 100.000 para 43.000.

 

"Os coalas estão sumindo. E se as árvores continuarem a ser derrubadas, não teremos mais nenhum", alerta Deborah Tabart, a chefe da fundação.

 

Texto: Veja.com
Fonte: National Geographic


AVENTURE-SE!

Por:
Assessoria de Comunicação Guepardo
Fernanda Wieser – Estagiária de Relações Públicas
Fale Conosco: 0800.646.5687

 

1 Comente

06

07

O Brasil é o país que mais corre o risco de perder pássaros: 112 espécies estão ameaçadas de extinção. Os dados são do relatório da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (Iucn, sigla em inglês), divulgado nesta última quinta-feira, 2 de julho.

 

Entre os mamíferos que estão sob ameaça de extinção, o Brasil ocupa a quarta colocação, com 82 espécies em risco. Nos primeiros lugares aparecem a Indonésia, com 183, México, com cem e Índia, com 96 espécies.

 

Nos últimos 500 anos, 800 espécies de animais e plantas já desapareceram e, atualmente, cerca de 17.000 correm o risco de serem extintas. O Iucn analisou 44.838 espécies, o que representa apenas 2,7% do total existente – um péssimo indicador, pois se considerarmos a pequena proporção que fora estudada, o número de espécies que podem sumir pode ser muito superior ao conhecido hoje.

 

O principal motivo da ameaça das espécies terrestres é o desmatamento para a prática da agricultura, extração de madeira e desenvolvimento. Em seguida aparecem a caça e a destruição dos habitats.

 

As espécies marítimas também estão na "lista vermelha" da Iucn. O aquecimento global, poluição e a pesca desenfreada colocaram em risco seis das sete espécies de tartarugas marinhas e 27% das espécies de corais.

 

Ainda longe – A crise da biodiversidade que o ser humano está próximo de enfrentar é pior que a crise econômica, segundo o vice-diretor do Programa de Espécies da IUCN e editor do relatório, Jean-Christophe Vié. 

 

"Quando os governos adotam ações para reduzir a perda de biodiversidade há alguns avanços, mas ainda estamos longe de reverter esta tendência. Os governos deveriam se esforçar tanto, ou mais, para salvar a natureza como se esforçam para salvar os setores financeiros e econômicos", disse.

 

Fonte: Site National Geographic


AVENTURE-SE!

Por:
Assessoria de Comunicação Guepardo
Fernanda Wieser – Estagiária de Relações Públicas
Fale Conosco: 0800.646.5678

Comente

Seguidores