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Localizado entre sítios à beira rio e mar fronteiro, na Guarda do Embaú, na cidade de Palhoça (SC), o Camping Beira Rio une a tranqüilidade ao contato com a natureza.

 

O local oferece casas e cabanas para alugar, área para até 600 barracas, bem como para trailers e motor homes. Com essa ampla estrutura o camping possui ainda uma lojinha de conveniências, churrasqueiras individuais e coletivas, fogões a gás, restaurante terceirizado, banheiros e sanitários independentes, duchas com aquecimento central e área de lavação. O diferencial do local está em propiciar aos campistas a prática dos mais diversos tipos de esportes náuticos como canoagem, wind surf, natação, pescarias entre outros. Os campistas também podem realizar caminhadas nos 4.000m² de área de camping e desfrutar do belíssimo lago.

 

O camping permanece aberto o ano inteiro e oferece também sua estrutura para eventos diversos. O valor da diária é R$15 por pessoa. Vale a pena!

 

 

Para mais informações acesse o site do camping:  www.campingbeirario.com.br
Telefone: (48) 3283.1203

 

Fotos: Divulgação Camping

 

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Assessoria de Comunicação Guepardo
Fernanda Wieser – Assistente de Marketing
Fale Conosco: 0800.646.5687

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Estamos em 2010, e muito se houve falar em web 2.0, redes sociais, redes de relacionamento. Mas você sabe o que é isso? As redes sociais são basicamente a representação dos relacionamentos afetivos entre pessoas, profissionais e grupos de interesse. Esses relacionamentos acontecem no mundo virtual e são ambientalizados na web 2.0. Redes sociais como o Twitter, por exemplo, permitem o acesso a informação em tempo real. Já os blogs, possibilitam que todos sejam escritores. Nele, o autor pode expressar-se sem limites de caracteres.
O ambiente interativo da web 2.0 conecta pessoas. Você pode reunir contatos de todo o mundo de acordo com sua afinidade. Pode ter amigos e interagir onde quer que esteja. Tudo isso é muito bom, é um tremendo avanço tecnológico. Imagine se para falar com um conhecido que está na Nova Zelândia, você tivesse que enviar um telegrama e esperar dias, meses por uma resposta? Os assuntos certamente seriam restritos e a comunicação tardia, em longo prazo.
Posso citar aqui inúmeros benefícios que o mundo das redes sociais nos trouxe. Aqui na Guepardo utilizamos Blog, Twitter, Orkut e Facebook. E confesso: nos ajuda muito no contato com consumidores e afins. O ponto que quero chegar é que muitos entram nesse ambiente interativo e esquecem que lá fora há um céu azul, uma dança de árvores, águas que caem harmonicamente em cachoeiras, pássaros que compõem uma relaxante trilha sonora e seres humanos de carne e osso, de expressões faciais e corporais, abertos a novas amizades.  
Portanto amigo, atualize-se na web 2.0, mas não se esqueça do mundo que corre lá fora!
Acampar em meio à natureza, ou até mesmo no deserto, possibilita ao campista criar sua rede de relacionamentos. Basicamente tem o mesmo intuito das redes sociais virtuais, mas a diferença é que você pode ver a expressão facial de quem te dá um bom dia, boa tarde, ou um simples oi. Laços presenciais de amizade são criados constantemente, e os novos amigos, revistos a cada novo acampamento.
Além da conquista de novos relacionamentos, acampar tem sido sinônimo de lazer. Com frequência os problemas urbanos aumentam e nos atingem, e os campings servem como destino para fuga da rotina.
Mas, como no ambiente virtual, o acampamento deve ser seguro. É imprescindível conferir seus equipamentos antes de cair na estrada. E é por isso que nós da Guepardo oferecemos tudo que você possa precisar para um final de semana seguro e divertido.
Fica a dica: Acampe no seu próximo final de semana livre, programe! Pegue a família, os amigos, ou vá sozinho mesmo, sem preocupação, a solidão inexiste nos campings. Acampar é o melhor remédio para curar uma semana que não foi tão boa quanto se esperava – pra não dizer estressante.
 
Confira abaixo a dica de alguns campings para ampliar sua rede social:
Mundaí Praia Camping, Porto Seguro (BA). Telefone: (73) 3679.2287.
Costamares Pousada e Camping, Guarapari (ES). Telefone: (27) 3262.1387.
Itaguá Camping, Ubatuba (SP). Telefone: (12) 3832.1096
Lagoamar Camping, Florianópolis (SC). Telefone: (48) 3254.3187

 
 
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Feito de maneira correta, é possível montar uma barraca sob qualquer temperatura

 

1 – Frio e chuva são a pior combinação possível para um acampamento, portanto sempre consulte os boletins metereológicos do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais: (www.cptec.inpe.br) um ou no máximo dois dias antes de sair de casa.

 

2 – Prefira armar a barraca num local que receberá o sol da manhã. Isso vai ajudar a derreter o gelo ou o orvalho formado durante a noite, além de esquentar a tenda e consequentemente você. Também tente montar seu acampamento num terreno ligeiramente mais alto do que as redondezas.

 

3 – O sobreteto e o teto da barraca devem ter pequenos furos, chamados de respiros. Para evitar a condensação da água dentro da tenda e criar goteiras nas paredes, deixe esses orifícios abertos. Eles mandam a umidade embora e deixam o ambiente seco.

 

4 – Nunca durma com as mesmas roupas que você usou durante o dia. Elas estão úmidas e podem causar resfriamento e até mesmo hipotermia durante a noite. É aconselhável que você tenha peças apenas para dormir.

 

5 – Seu casaco de dormir precisa ser apropriado para o inverno e ter capuz para suportar baixas temperaturas. O enchimento é um item muito importante, que determina o grau de isolamento do equipamento. O ideal é que ele seja preenchido com fibras sintéticas. Evite dormir com colchões de ar, que resfriam muito rapidamente.

 

6 – Lembre-se: o saco de dormir não esquenta você, apenas o isola do ambiente externo. Se estiver com frio, coloque mais roupas e cobertores. E não se esqueça do isolamento térmico, que deve ser colocado diretamente sobre o solo.

 

7 – Nunca cubra a cabeça ao dormir. O ar da sua respiração vai condensar dentro do saco e deixá-lo úmido. Você deve proteger sua cabeça sim, mas para isso use o capuz do próprio saco ou um gorro.

 

8 – Antes de deitar, coloque as roupas que vai usar no dia seguinte embaixo do saco de dormir. Isso deixará quentinhas e você não vai gelar ao se vestir pela primeira manhã.

 

9 – Cozinhar ao frio pode demorar quase duas vezes mais que o normal. Por isso, mantenha as panelas sempre tampadas. Isso ajudará a segurar o calor lá dentro e diminuir um pouco o tempo de cozimento. Outra dica é ferver um pouco de água dentro das panelas para aquecê-la antes de começar a fazer a comida.

 

10 – Evite fazer fogueiras na mata, prefira os fogareiros portáteis. Existem várias opções de tamanho e preço.

 

Fonte: Welingtf Sites Uol

 

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O conceito mais popular de deserto cai por terra quando se passa uma noite nas planícies de Wadi Rum no coração da Jordânia. O sentimento de solidão e isolamento, se não é presente durante o dia, também não dá as caras pela noite. Carros com músicos e mantimentos circulam durante no escuro entre os diversos acampamentos, e até os celulares têm sinal. Ainda assim, visitar e pernoitar em Wadi Rum são programas obrigatórios durante a visita à Jordânia e talvez perca espaço apenas para a "peregrinação" arqueológica em Petra na agenda dos que procuram turismo de aventura.

 

 

A visita ao local começa sempre pelo Centro de Visitantes de Wadi Rum (www.wadirum.jo/). É lá que o turista consegue as melhores informações sobre os passeios disponíveis para o deserto. As opções são muitas: passeios de dromedários, caminhadas, acampamentos, escalada de dunas, passeios a cavalo e viagens panorâmicas em balões de ar quente. Os preços, entretanto são tão variáveis quanto às opções. Uma estadia num acampamento beduíno com jantar e café da manhã varia de acordo com o número de visitantes, mas não ultrapassa muito os 50 dinares (cerca de US$ 60). Já um passeio de balão pode custar o equivalente a R$ 400.

 

Mas a quebra de conceitos de Wadi Rum não está apenas no ¿urbanismo¿ do local. A paisagem em si é uma das características mais marcantes deste deserto. As areias são finas e vermelhas e o horizonte é completamente recortado por montanhas da mesma coloração. Do centro de visitantes partem a todo o momento os veículos com tração 4×4 que fazem os passeios e levam os turistas aos principais pontos do deserto, além dos acampamentos, normalmente escorados nas montanhas. É virtualmente impossível explorar todos os recantos de Wadi Rum, mas a vantagem é que o deserto não é monótono em nenhum momento.

 

Wadi Rum está 260 km ao sul da capital Amã e apenas a 80 km de Petra. Por isso o passeio ao deserto acaba sendo uma extensão quase obrigatória na maioria dos pacotes turísticos da Jordânia. Bem como as caminhadas. Um das grandes vantagens de Wadi Rum são as montanhas e dunas que oferecem vistas indescritíveis da região. É preciso fôlego extra para encarar as subidas, mas vale a pena. Para escalar as dunas, as dicas que os beduínos dão é tirar os sapatos. Mas é imprescindível levar um bom par de tênis se o programa for caminhadas pelas montanhas da região.

 

 

Preservação da vida selvagem

Um dos valores mais defendidos por todos os profissionais de turismo da região é um apelo em nome da preservação da vida selvagem de Wadi Rum. Em geral, guias e turistas respeitam, mas é possível ver a ação depredatória de alguns visitantes menos educados. Inscrições nas paredes são as mais comuns formas de vandalismo da região. A preocupação dos especialistas vem do medo que algumas das inúmeras pinturas rupestres que existem nas paredes das cavernas e montanhas de Wadi Rum sejam danificadas.

 

O cuidado se estende também à fauna do deserto. Além dos dromedários e cavalos utilizados pelos beduínos, Wadi Rum apresenta uma grande quantidade de pequenos animais e roedores e insetos. Ao se caminhas pelas areias vermelhas do lugar é possível ver o rastro de diversos escaravelhos e solífugos, conhecidos popularmente no Brasil como aranhas camelo.

 

Do forno à geladeira

Como todo deserto, a temperatura em Wadi Rum pode cair bastante à noite. Por isso, se o plano for acampar no deserto é importante levar bastante roupa de frio como precaução. Entre os meses de maio e agosto as noites são menos frias já que o período engloba o verão da Jordânia. Por outro lado isso significa ter que encarar temperaturas de até 35°C durante os dias de sol. Por isso, para a aventura no deserto, tão importante quanto a roupa de frio, é um estoque de água mineral para encarar as caminhadas.

 

Outra forma de espantar o frio é levar uma garrafa de vinho. Mas é preciso comprar antes de se encaminhar para a região. Como é um país com mais de 90% de muçulmanos, as bebidas alcoólicas não fazem parte da mesa dos jordanianos. Entretanto, é possível encontrar bons vinhos produzidos no país, como tinto Mount Nebo, em lojas de duty free do aeroporto. A vantagem de se apelar ao free shop é driblar a sobretaxa de 25% que as bebidas alcoólicas têm no comércio regular da Jordânia.

 

História e cinema

O local é bastante visitado por sua importância história ¿ e consequentemente cinematográfica. Lawrence viveu algumas de suas maiores aventuras durante o levante árabe contra a ocupação otomana da região. Foi também em Wadi Rum que boa parte do filme "Lawrence da Arábia", que conta exatamente a história do militar inglês, vivido por Peter O’Toole, foi rodado.

 

As areias vermelhas de Wadi Rum inspiraram também o diretor Antony Hoffman que levou para lá os atores Val Kilmer, Carrie-Anne Moss e Tom Sizemore durante as filmagens de "Planeta Vermelho". Na fita, o deserto representou planícies de Marte. Mais recentemente, o deserto foi locação também de algumas cenas de "Transformers 2 – A Vingança dos Derrotados" que estreou recentemente nos cinemas brasileiros.
 

 

Fonte: Terra Turismo, por Renato Beolchi

 

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