Blog | Guepardo Aventura ao Extremo

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Guepardo lança mais um produto para deixar sua aventura ainda mais completa.
Sabe aquela dor ocasionada por fadiga muscular, pancadas ou torções que aparecem durante a pedalada, caminhada ou remada? Arnica Sports combina os extratos de Arnica e Bétula com Salicilato de Metila, com efeito analgésico e anti-inflamatório, a fórmula aerossol penetra rapidamente na pele promovendo sensação de frescor e alívio nas áreas aplicadas.
Em breve nas melhores lojas do Brasil!

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Que utilidade tem uma lâmina que não corta?
Com o uso as facas e canivete acabam perdendo sua afiação, afiar a faca pode ser um grande desafio para muitas pessoas, principalmente na cozinha ou em trabalhos mais minuciosos que exijam maior precisão de corte.
No vídeo, Thiago Bueno ensina a afiação de uma forma fácil e rápida utilizando o amolador Sharp.

Confira:

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1 – Você vive cobiçando a aventura alheia.

Cobiçando toda e qualquer aventura

 

1 - Você passa boa parte do tempo lembrando e falando sobre aventuras que fez em “não lembro bem o ano”.

É sempre bom relembrar, mas é bom ter histórias novas para contar também!

 

3 – Ao ver um lugar muito paradisíaco você diz: “quando eu ganhar na loteria eu vou”.

Ninguém precisa ser tão rico para conhecer lugares diferentes e paradisíacos.

 

4 - Você sente falta de fazer as mímicas que todo viajante que não fala o idioma do local visitado faz.

Quem nunca passou dificuldade tentando pedir uma informação bem simples?

5 – Você nunca mais teve como única alternativa as comidas exóticas.

As vezes era melhor até passar fome!

 

6- Você não entende o significado de algumas palavras e termos que seus amigos aventureiros usam.

Coluna d’água? bushcraft? trekking? ahn?

 

7 – Você espera a semana inteira pelo final de semana e quando ele chega você não faz nada.

E a semana passa voando!

 

8 – Você se sente super confortável na sua casa sem ninguém para incomodar.

Saia da caixa!

 

9 – Você assiste mais de 3 seriados ou novelas.

 

10 – Você acabou de pensar que precisa muito de uma aventura no próximo fim de semana!

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Dia 22 de março comemora-se o Dia Mundial da Água.

Economizar água já é uma necessidade urgente em todo o mundo e, além de não ser tão difícil, pode aliviar as despesas no fim do mês. Duvida? Confira as dicas supersimples que selecionamos para você começar a poupar água em casa hoje mesmo.

1- BOCA ABERTA, TORNEIRA FECHADA

Não deixe a água correndo enquanto estiver escovando os dentes. Uma única pessoa pode economizar 1,9 milhão de litros de água ao longo da vida simplesmente escovando os dentes com a torneira fechada. Se duas pessoas fizerem isso, ao longo da vida, a quantidade de água economizada equivale a uma piscina olímpica e meia. Quer mais? Se todos os moradores do Brasil adotarem o hábito, a água economizada durante um mês equivalerá ao volume de um dia e meio de água correndo pelas Cataratas do Iguaçu.

2- NADA DE PINGA-PINGA
Ao fechar a torneira, certifique-se de que ela não ficou pingando. Ao longo de um ano, esse pinga-pinga de “apenas umas gotinhas” desperdiça, pelo menos, 16 mil litros de água limpa e tratada, o que custa cerca de R$ 1.200 na sua conta. Já pensou quanta coisa você poderia fazer com esse dinheiro que escorre, diariamente, pelo seu ralo?

3- NÃO DÊ FUROS
Canos furados e vazamentos são desperdício de água potável e dinheiro. Um buraquinho de 2 mm em um cano desperdiça 96 mil litros em um mês (praticamente dez carros-pipa de água limpa e tratada). Em um dia, a quantidade do recurso jogada fora daria para lavar todas as roupas que você precisa na máquina de lavar. Então, não dê bobeira: feche as torneiras, interrompa o consumo e veja se os indicadores do hidrômetro continuam girando. Se sim, procure um profissional, porque certamente você está com vazamentos em casa.

4- COLOQUE CAMISINHA NA TORNEIRA
O nome técnico é aerador, mas muita gente também conhece como “peneirinha”. O fato é que aquela válvula que pode ser colocada no bico da torneira ajuda a economizar água, ao proporcionar sensação de fluxo mais intenso. O Instituto Akatu fez a conta: se 12 apartamentos de um prédio aderissem ao uso do aerador na torneira da cozinha, em uma ano seria possível economizar água suficiente para encher uma piscina olímpica.

5- LIMPE ANTES DE LAVAR
A dica é manjada, mas não custa repetir, já que tem muita gente por aí que ainda desperdiça (muita) água para lavar louça. O ideal é retirar o excesso de sujeira dos pratos, copos, talheres e panelas a seco, antes de abrir a torneira, e jamais deixar a água correndo enquanto está ensaboando as louças.

6- BANHO DE GATO
Sabia que, se cada brasileiro diminuísse em, apenas, um minuto seu tempo de banho no chuveiro, a energia economizada em um ano equivaleria a 15 dias de operação da usina Itaipu em sua geração máxima? E mais: se, apenas, duas pessoas em cada casa da Grande São Paulo reduzissem em cinco minutos o tempo que ficam debaixo do chuveiro com a água correndo, daria para economizar 13,4 bilhões de litros por mês – quantidade suficiente para abastecer uma população maior do que a de Salvador por 30 dias.

7- SÓ NA DANÇA DA VASSOURA…
Usar aquela “vassourinha hidráulica” para limpar a calçada não está com nada: em 15 minutos, o desperdício de água chega a 280 litros. A mangueira gasta menos, mas também pode ser substituída por um balde (de preferência, com água reutilizada da máquina de lavar).

Adaptado de Planeta Sustentável

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As florestas são importantes fontes de biodiversidade e estão relacionadas com a absorção de dióxido de carbono, com a estabilidade do clima e com a proteção do solo, além de fornecerem matéria-prima para a fabricação de vários produtos. Diante de sua importância indiscutível, surgiu, em 1971, o Dia Mundial das Florestas, ou Dia Internacional das Florestas, que é comemorado em 21 de março. A data foi estabelecida para coincidir com o início da primavera no hemisfério norte.

A ONU estima que aproximadamente 31% de toda a Terra seja recoberta por florestas. No Brasil, elas ocupam, em média, 61,5% de todo o território nacional. Para os aventureiros as florestas são como um playground. Espalhe o espírito de preservação, o futuro das florestas está em nossas mãos!

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O amolador Sharp possui tecnologia de carboneto de tungstênio que recupera o fio de suas facas de uma maneira rápida e prática, além disso possui sistema em cerâmica que faz o polimento de sua faca enquanto afia. Possui base com fixação a vácuo, garantindo maior segurança, estabilidade e firmeza durante o uso.

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Hoje queremos deixar um abraço especial para todas as aventureiras que nos acompanham!

Que tal conferir esta matéria incrível?
10 MULHERES AVENTUREIRAS COM HISTÓRIAS INCRÍVEIS

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O Brasil não é um país de altas montanhas –nossa maior elevação, o Pico da Neblina, chega quase a 3 000 metros contra os 6 000 metros de altitude média da Cordilheira dos Andes. Mas não podemos reclamar da quantidade de trekkings à disposição em nossos parques nacionais. Tem caminhada para todos os gostos e condicionamento físico. Agora que o verão acabou, é época de poucas chuvas e pedras menos escorregadias… que tal escolher uma trilha e preparar a mochila?

PARQUE NACIONAL DA SERRA DA BOCAINA (SP/RJ)

Foto: www.icmbio.gov.br


Encravado na divisa dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, o Parque Nacional da Serra da Bocaina tem uma característica peculiar que o torna visitável em qualquer época do ano: sua área compreende desde o nível do mar até altitudes que chegam a 2088 metros, como o Pico do Tira Chapéu.

Por essas montanhas passavam boa parte do carregamento de ouro no século 18, proveniente de Minas Gerais, com Paraty como ponto de chegada antes do embarque para Portugal. Essa última perna da Estrada Real é a tão propalada Trilha do Ouro, mais famoso atrativo do parque e um belíssimo programa para quem curte uma caminhada mais pesada com direito a alguns trechos de piso pé-de-moleque, gélidas cachoeiras, pernoites em casas de colonos e contato direto com tudo o que a Mata Atlântica oferece.

São José do Barreiro, pequena cidade paulista, é o ponto de partida para alcançar a portaria do Parque Nacional. A encrenca começa na terrível estradinha de terra, cheia de buracos, 26 quilômetros montanha acima. Quem for fazer a Trilha do Ouro, vale mais a pena deixar o veículo em Barreiro e alugar uma 4×4 ou um fusquinha para subir a serra.

Bota amaciada, mochila nas costas: é hora de começar a travessia. A partir da portaria do Parque são três dias de caminhada. Logo de cara são 23 quilômetros com direito a duas cachoeiras – Santo Izidro e das Posses – para contemplação, uma vez que elas são geladas inclusive no verão. Araucárias são bem presentes nesse primeiro dia de trekking. Para terminar o dia com perfeição, só mesmo uma fogueira para assar pinhão (se for inverno) regado a uma boa prosa com os colonos.

Mais tranquilo, no segundo dia nem se anda muito (cerca de 10 quilômetros), tampouco há grandes desníveis, sobrando tempo para admirar a beleza da Cachoeira dos Veados e seus 200 metros de queda em duas partes.

O derradeiro dia é justamente o que concentra o calçamento pé-de-moleque do século 18. Também é o dia com mata mais fechada e onde efetivamente se desce a serra. Com chuva, o calçamento fica bem mais liso, aumentando a possibilidade de queda. Após 18 quilômetros de incessante descida, surge o Rio Mambucaba para sinalizar o final da trilha. Daí até a Vila de Mambucaba, nas margens da Rio-Santos, são mais 15 quilômetros planos e sem graça. Recomenda-se contratar um veículo para levar até a vila ou mesmo a São José do Barreiro.

Também iniciando na portaria do Parque, a trilha para o Pico do Tira Chapéu é recomendada para quem não estiver disposto a percorrer a Trilha do Ouro ou quem curte apreciar um mar de montanhas. Bom condicionamento é recomendável, a subida de 10 quilômetros tem alguns trechos mais fortes – embora não existam pontos de escalaminhada. No alto dos 2088 metros, a vista das montanhas da Mantiqueira é garantida. Em dias claros, consegue-se ver o Oceano Atlântico ao fundo.

Para mais informações:

Parque Nacional da Serra da Bocaina: (12) 3117-2183

PARQUE NACIONAL DO ITATIAIA (RJ/MG)

Foto: www.icmbio.gov.br


Antes mesmo de existir a Via Dutra, já havia o Parque Nacional do Itatiaia, o pioneiro de país. Criado em 1937 pelo então presidente Getúlio Vargas, o parque é dividido em duas partes, com públicos ligeiramente distintos e vegetação e altitude completamente diferentes.

Encostada na cidade de Itatiaia, a parte baixa do parque é Mata Atlântica pura, com muito verde e cachoeiras e poços para banho, mas extremamente gelados fora do verão. Nessa região ficam as melhores opções de hospedagem e famílias com crianças dominam o ambiente.

Um autêntico playground para os trekkers. Assim podemos classificar a parte alta do Itatiaia, situada a 63 quilômetros dali por via rodoviária, sendo os últimos 17 quilômetros em uma estrada pra lá de ruim: a BR-465, a mais alta BR brasileira. Quem for apenas visitar este lado do parque, é recomendável se hospedar na mineira Itamonte.

Com altitudes superiores a 2 500 metros, a Mata Atlântica dá lugar aos belos campos de altitude, com vegetação rasteira e bromélias encravadas nas rochas. Apesar do frio intenso, é no outono e inverno a época ideal para se aventurar pelas montanhas: chove bem menos e os dias ensolarados garantem um visual belíssimo. O esforço para alcançar os cumes será recompensado com dezenas de fotos nas redes sociais e vídeos no Youtube.

Três dias são suficientes para caminhar pelas principais atrações dessa parte do Maciço do Itatiaia. Quem não estiver muito bem preparado fisicamente, uma certeza: vai sofrer pacas, trechos de escalaminhada estarão presentes em todos os picos. A ausência de uma trilha bem definida – a caminhada é feita na maior parte do tempo sobre rochas – torna indispensável a presença de um guia bem experiente.

Como forma de reconhecimento do território, recomenda-se iniciar pela trilha do Morro do Couto, oitava maior elevação brasileira, com 2 680 metros. Ao passar pela portaria, o morro fica logo à direita e é bem extenso, terminando no Abrigo Rebouças, de onde saem as demais trilhas do parque. Ironicamente, a trilha do Couto é a mais extensa, porém com uma subida menos íngreme. Apenas no final tem um trecho de escalaminhada que não chega a assustar. Em duas horas de caminhada, chega-se no cume e a vista 360º engloba o Vale do Paraíba, a Serra Fina, o Pico das Agulhas Negras e o curioso Pico das Prateleiras, alvo do segundo dia de trekking.

Embora mais baixo que o Morro do Couto, o Pico das Prateleiras e seus 2 540 metros exigem respeito. Do Abrigo Rebouças até a base do pico, que parece ter sido esculpido manualmente, a subida exige um pouco das pernas. Quem não estiver bem preparado e sofrer com medo de altura, pode parar por aí que a vista já vale a pena. Os mais corajosos podem seguir por uma hora e meia montanha acima, passando por estreitas passagens e desafiadoras fendas. Em uma delas, conhecida como Pulo do Gato, o uso de cordas é necessário. Tem uns malucos que arriscam um salto, mas se errar o alvo…já era. Uma vez mais a corda é requisitada, poucos metros antes do cume. A vista do Vale do Paraíba e da parte baixa do Itatiaia é ainda mais bela que o Morro do Couto.

Devidamente aclimatado, chegou a hora de vencer a grande montanha: o Pico das Agulhas Negras, o quinto maior do país, com 2 787 metros. A primeira perna da jornada é fácil: um terreno quase plano com direito a uma ponte pênsil sobre um pequeno lago. Essa moleza termina após 40 minutos. Daí para frente o tempo até o cume depende da velocidade do grupo. A subida na rocha tem vários trechos íngremes, a corda será solicitada em alguns momentos, em outros, é necessário lagartear, torcendo por uma bromélia a ajudar no apoio. São no mínimo 3 horas até o topo. Diferente do Couto e das Prateleiras, a vista do Agulhas contempla melhor o lado mineiro: as montanhas de Aiuruoca e de Alagoa, além da Serra Fina. Reponha as energias e encare uma descida tão difícil quanto a subida.

Para mais informações:

Parque Nacional do Itatiaia: (24) 3352-1292

PARQUE NACIONAL APARADOS DA SERRA/SERRA GERAL (RS/SC)

Foto: www.icmbio.gov.br

Em qualquer época do ano, o frio é presença certa nos dois parques situados na divisa do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, entre os municípios de Cambará do Sul (com melhor infraestrutura) e Praia Grande. Mas quem vai no inverno tem maiores possibilidades de ficar com o queixo caído ao admirar os fabulosos cânions da região. Chove menos e a incômoda presença da neblina não é tão constante como no verão.
Mais estruturado, o Parque Nacional de Aparados da Serra tem no Cânion do Itaimbezinho seu principal chamariz. Com 5,8 quilômetros de extensão e 720 metros de profundidade, há três maneiras de explorá-lo: a Trilha do Cotovelo é programa clássico, uma trilha plana de 7 quilômetros (ida e volta). Saindo do Centro de Visitantes, percorre parte da extensão do Itaimbezinho até chegar num cotovelo, que oferece o ângulo mais manjado da região. Nitidamente se percebe o contraste das matas de araucária na parte alta e Atlântica na parte baixa. Também com início no Centro de Visitantes e mais fácil ainda, a Trilha do Vértice tem 1,5 quilômetro (ida e volta) e é feita por passarelas na borda do cânion. O sentido é oposto à Trilha do Cotovelo e a vista é de duas cachoeiras (Andorinhas e Véu da Noiva) impossíveis de ser avistadas na outra atividade. As duas trilhas podem ser feitas no mesmo dia e o Centro de Visitantes oferece serviço de lanchonete e banheiros.

Bem mais extenuante é a Trilha do Rio do Boi, que passa por dentro do cânion, atravessando pedras e por vezes andando por dentro do Rio do Boi, que tem o leito formado pelas águas provenientes das cachoeiras Andorinhas e Véu de Noiva. São 12 quilômetros de caminhada pesada e a presença de um guia é indispensável. A trilha começa na portaria da cidade de Praia Grande (SC) e para chegar lá é preciso descer de carro a Serra do Faxinal.

Chegar ao Parque Nacional da Serra Geral requer uma dose extra de paciência. O trecho final de 14 quilômetros da estrada de acesso é por uma estrada de terra (ou seria pedra?) muito chata. Esqueça o Centro de Visitantes do parque vizinho, aqui há apenas uma portaria. Mas vale a pena o sofrimento para se emocionar com o Cânion da Fortaleza, com 7,5 quilômetros de extensão, 900 metros de profundidade e quase 2 quilômetros de largura. Se o Itaimbezinho esbanja charme, o Fortaleza é impactante.

Não é preciso força ou preparo físico para alcançar o Mirante da Fortaleza, onde é possível observar quase toda extensão do cânion e, em dias muito claros, conseguir ver o litoral gaúcho bem, mas bem ao fundo. A trilha tem 3 quilômetros (ida e volta). Quem busca aventura encontra na trilha de 22 quilômetros que sai do Cânion da Fortaleza e vai até os cânions Churriado e Malacara. Andando por vezes pelas bordas, é indispensável a presença de um guia. Fenômeno comum, a formação de nevoeiros traz o risco iminente de sair da trilha e se perder.

Muito procurada é a trilha que leva à Cachoeira do Tigre Preto e à Pedra do Segredo. Basta caminhar por 800 metros até o leito do rio, atravessá-lo (é rasinho e existem várias pedras que ajudam na travessia) e prosseguir mais um pouco em direção ao mirante com vista para a cachoeira. Daí até a Pedra do Segredo a trilha é levemente dificultada, mas sem oferecer grandes obstáculos. Curiosa formação, a base da pedra é bem mais fina que o resto do bloco e está apoiada em outra rocha.

Para mais informações:

Parque Nacional de Aparados da Serra/Serra Geral: (54) 3251-1277

PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS (RJ)

Foto: www.icmbio.gov.br


Se você quer criar uma interessante discussão entre os montanhistas ou amantes de caminhada, pergunte qual o melhor trekking do país. Trekking no sentido pleno da palavra, daqueles em que se faz necessária uma reforçada mochila cargueira nas costas e pernoites em barracas ou abrigos. Apesar de plano, o longo Trekking do Descobrimento, entre Cumuruxatiba e Porto Seguro (BA) tem no calor um inimigo feroz. Na mesma Bahia, as caminhadas pela Chapada Diamantina passam por lugares inóspitos. Ao lado do Itatiaia, a travessia da Serra Fina (RJ/SP/MG) é duríssima pela dificuldade geográfica aliada à falta de água nos três dias de jornada. Um pouco menos extenuante que a Serra Fina, a clássica travessia de 34 quilômetros entre Petrópolis e Teresópolis, no Parque Nacional da Serra dos Órgãos (RJ), rende visuais indescritíveis.

Recomenda-se fazer essa travessia com um guia experiente, em três dias e no sentido Petrópolis-Teresópolis: a caminhada é um pouco menos pesada e o final em Teresópolis é próximo ao Centro, com mais recursos de restaurantes e hotel para relaxar após tão penosa jornada.

O primeiro dia é o mais sacrificante, aquele que faz o andarilho perguntar o que ele está fazendo ali. Saindo da portaria do Parque, no distrito de Bonfim, é necessário vencer um desnível de 1100 metros por uma trilha erodida, passando pela Pedra do Queijo e o pelo Ajax (lugares ótimos de parada para descanso e contemplação da linda paisagem) até alcançar os Castelos do Açú, uma curiosa formação que serve de abrigo para o primeiro pernoite. Nesse dia, atravessa-se alguns pontos de água, mas é necessário levar um produto para purificá-la.

Um sobe e desce repleto de vales e lindos pontos de contemplação: assim é o segundo dia do trekking, feito em altitude média de 2000 metros. Nesse dia o trabalho do guia é altamente requisitado. Nem tanto pela dificuldade do terreno, mas por existir várias marcações errôneas na rocha que podem levar o caminhante a se perder, especialmente em dias nublados. O dia reserva a avistagem do Pico Dedo de Deus do alto e a travessia do Cavalinho, uma fenda em que a corda é solicitada. Culmina com a chegada à Pedra do Sino, ponto mais elevado do Parque (2 262 metros) e local de pernoite para o segundo dia. É proibido acampar no cume, mas muitos sobem à noite apenas para apreciar o céu estrelado e as luzes de Teresópolis e do Rio de Janeiro.

Se o primeiro dia foi todo em subida, o derradeiro será uma longa descida até a sede do Parque, em Teresópolis. Como é uma descida relativamente branda, feita em torno de cinco horas, vale subir novamente até o topo da Pedra do Sino e observar o nascer do dia. O declive mostra a transição dos campos de altitude para a Mata Atlântica.

Apesar de aberta o ano inteiro, essa trilha é praticamente realizada entre maio e setembro, quando chove pouco, diminuindo a incidência de raios e deixando as rochas secas.

Para mais informações:

Parque Nacional da Serra dos Órgãos: (21) 2152-1100

PARQUE NACIONAL DO ALTO CAPARAÓ (MG/ES)

Foto: www.icmbio.gov.br


Situado na divisa de Minas Gerais e Espírito Santo, o Parque Nacional do Alto Caparaó divide as mais altas elevações do Sudeste com o maciço do Itatiaia e a Serra Fina (RJ/MG/SP). Principal atração, o Pico da Bandeira com seus 2 892 metros de altitude é o mais alto do Sudeste e o terceiro do país. Por incrível que pareça, chegar ao cume é bem mais fácil que o Agulhas Negras ou mesmo os picos da Serra dos Órgãos (RJ). Evidente que um mínimo de condicionamento físico é pré-requisito para o sucesso da jornada.

Há acessos por Minas Gerais e Espírito Santo, mas o melhor estruturado é o mineiro, usando como ponto de partida a cidade de Alto Caparaó. Lá se encontram um maior número de pousadas e os guias mais experientes – embora a trilha esteja bem sinalizada, é recomendável subir com um guia.

Da portaria até um local conhecido como Tronqueira, sobe-se de carro por uma estrada asfaltada. Há uma pequena área de camping com a primeira bela vista das montanhas e de Alto Caparaó. Já aqui é possível observar as nuvens que, frequentemente, cobre a região.

Começa-se a caminhada, subindo o tempo todo, porém de uma forma branda e sem pontos de escalaminhada. No começo a aberta trilha margeia o Rio José Pedro, que forma piscinas naturais e pequenas cachoeiras. Esse local é conhecido como Vale Encantado. Após duas horas de andanças, chega-se no Terreirão, um local com área de camping e um abrigo de montanha com banheiros. Pit stop rápido para apreciar a cênica paisagem e um descanso para encarar o ataque final ao pico. A subida fica levemente mais intensa, degraus aparecem com mais constância. Quando se avista ao longe a cruz em cima do pico, é o prenúncio que faltam poucos minutos para se alcançar o Bandeira. Aí é só torcer para pegar céu aberto e se encantar com o mar de montanhas. Considerando que os picos da Neblina e 31 de Março ficam isolados e desertos na Amazônia, é muito possível que quem esteja no cume do Bandeira seja a pessoa em mais alta altitude no Brasil naquele momento. Ao menos em terra.

Quem curte mais adrenalina e encara uma noite acampado num local gelado, pode fazer um programa diferente. Ao invés de subir e descer o Bandeira no mesmo dia, vale a pena curtir as cachoeiras do Vale Encantado e chegar ao Terreirão ao entardecer. Munidos de lanterna e de uma mochila pequena, o ataque final ao pico inicia-se entre as 2h e 3h da manhã, alcançando o cume um pouco antes do nascer do sol. Após o espetáculo do raiar o dia, é hora de caminhar em direção aos picos do Calçado e Cristal, subindo e descendo por vales. Regressando para o Terreirão, aí sim pega-se o mesmo caminho do dia anterior.

Para mais informações:

Parque Nacional do Alto Caparaó: (32) 3747-2555

E aí já sabe qual vai ser o destino? Se tem mais alguma dica comenta aí pra gente!

Adaptado de http://viajeaqui.abril.com.br/

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Para quem busca facilitar as caminhadas, corridas, pedaladas ou remadas durante a noite, chegou o sinalizador Signal. Desenvolvido em poliéster, possui LED com fita de engate rápido e diferentes modos de iluminação, auxiliando na visibilidade a quilômetros de distância.
Um produto indispensável que pode ser utilizado junto ao corpo ou em equipamentos, oferecendo segurança e estilo à prática esportiva noturna.

Confira o vídeo:

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Realizamos no último sábado, 16 de janeiro, em Fortaleza – CE o Treinamento Especialista Guepardo.

O treinamento, exclusivo para lojistas, aconteceu em parceria com a Solazer e tem como objetivo capacitar as lojas de caça, pesca e aventura com o conhecimento técnico de produtos. Durante a apresentação são abordadas características, componentes, funcionalidades e finalidades de uso de cada equipamento, facilitando o atendimento do lojista ao consumidor final.

Além da apresentação técnica dos produtos, o lojista recebe um treinamento de ponto de venda, onde são apresentadas noções básicas de como organizar e otimizar os espaços disponíveis na loja.
Ao final do treinamento cada participante recebe certificado e tag de “Especialista Guepardo”.

Obrigado à todos os participantes que marcaram presença!
Confira as fotos:

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